quinta-feira, 31 de julho de 2008

Esperança!!

Apesar de tudo o que aconteceu, este blog vai continuar...

A nova etapa das nossas vidas não começou da melhor maneira, mas também não terminou!
Continuo triste, como é óbvio, porque o que aconteceu vai acompanhar-me para sempre, mas deu-me mais força para enfrentar as situações menos boas que a vida às vezes nos oferece.
Tenho esperança... tenho esperança que daqui a algum tempo vá poder realizar o desejo de me tornar mãe, independentemente do tempo que isso possa demorar a acontecer!!

segunda-feira, 28 de julho de 2008

O dia mais triste das nossas vidas

Sexta-feira, 25 de Julho de 2008, são 9 horas da manhã e saio de casa com o meu marido. O trânsito está infernal, mas a minha vontade de chegar ao hospital é tanta que não me incomodo minimamente. Pelo caminho vou recebendo mensagens de apoio dos meus amigos...
Chegamos ao hospital e aguardamos pela nossa vez. A sala de espera está cheia e pelo semblante de cada um é possível prever se as coisas estão a correr bem ou mal e pressentir a felicidade, a preocupação ou a tristeza de quem ali se encontra...
Depois de um longo tempo de espera entro só para fazer a triagem. Tiram-me a febre, medem-me as tensões e perguntam-me a razão de estar ali, ao que respondo estar com um aborto retido (se há coisa que detesto é este termo!!).
Volto para a sala de espera, para junto do meu marido. Decorrido mais algum tempo lá me chamam e entramos. Sou atendida por um médico, a quem entrego o relatório passado pela minha ginecologista no dia anterior. Diz-me que tem de confirmar o diagnóstico e que tem também de estar presente uma outra médica para confirmar os resultados, torno a fazer uma nova ecografia. Mais que confirmado, o efeito "pedra de gelo" não deixa margem para dúvidas, segundo a médica... Depois de um questionário completo, o médico procede à introdução das pastilhas para provocarem o abortamento. A primeira de três doses... São 11 horas da manhã.
Somos conduzidos para o piso inferior, onde fico internada, mas como o piso está cheio, inicialmente fico na sala de espera, onde conhecemos um casal com um problema exactamente igual ao nosso. Em seguida as enfermeiras explicam-nos o que se vai passar daí em diante: pedem-nos desculpa e informam-nos que temos de ficar em macas nos corredores pois os quartos encontram-se cheios; entregam-nos um recipiente e dizem-nos que sempre que necessitarmos de ir ao quarto de banho para usarmos o recipiente; que se tivermos dores para avisar que nos dão alguma medicação; só podemos comer e beber até à hora do almoço, a partir daí temos de ficar em jejum, caso seja necessário recorrer ao bloco operatório; temos de esperar 4 horas entre cada aplicação das pastilhas, repousando inicialmente e caminhando o resto do tempo. Como estamos bem, tanto a minha "companheira" como eu, decidimos continuar na sala de espera/refeitório do piso.
As primeiras horas correm bem... Estou conformada com a situação e ter alguém ao meu lado a passar pela mesma situação faz com que me sinta mais forte e nos apoiemos mutuamente. Além disso tenho o apoio incondicional do meu marido que não sai do meu lado um segundo.
Passado algum tempo começo a sentir algumas dores mais fortes, umas fisgadas, que por serem bastante rápidas são fáceis de suportar. Depois do almoço as enfermeiras vêm relembrar-nos de que não podemos comer nem beber mais nada. Começo então as minhas longas caminhadas no curto corredor do hospital. As caminhadas e a medicação têm em mim um efeito imediato! Começo a sentir-me mal, não consigo andar, não consigo estar parada... as enfermeiras correm a ir buscar uma maca e recomendam-me que me deite. No entanto, as fortes dores, ainda suportáveis, obrigam-me a ir ao quarto de banho onde inicio o trabalho de expulsão do aborto retido. Alguns coágulos de sangue e um pequeno saquinho que imagino ser o embrião, que entrego para análise.
Volto para a maca e sou colocada num dos quartos de obstetrícia onde fico a conhecer mais um caso semelhante ao meu (um aborto retido às 13 semanas e agora a recuperar de uma infecção uterina), um pior do que o meu (aborto provocado às 4 semanas porque se estava a desenvolver numa das trompas e remoção da mesma por já se encontrar um pouco danificada) e um bem melhor do que o meu (recuperação de uma cesariana de gémeas!).
As dores começam a ser tantas que peço às enfermeiras para me darem alguma coisa. Dão-me dois Ben-u-ron e pedem-me para beber o mínimo de água possível. Não tenho posição... para qualquer lado que me vire as dores são intensas, tento manter-me muito quieta para ver se consigo adormecer, assim sempre não sentia as dores, mas isso torna-se uma tarefa impossível. Passado um tempo as dores começam a abrandar. Entretanto chega a hora de fazer a nova aplicação das pastilhas. Se só com as primeiras as dores são assim, nem imagino como serão a partir de agora!! Mas felizmente, não sei se por efeito dos comprimidos, se por ser normal, não tenho mais dores fortes.
Inicio então as minhas "longas" caminhadas, sempre com o marido ao meu lado! E ainda nem comeu nada... Não sai do meu piso com o receio de não poder voltar a entrar, porque não nos entregaram os cartões à entrada...
Pelo caminho vou partilhando sentimentos, desabafos e desejos com a minha "companheira": "Só quero ir para casa hoje, sem ter de fazer a curetagem!!"
Apesar de tudo, estou bem disposta e começo a conformar-me com a situação. Afinal (e infelizmente!!), estas coisas acontecem mais vezes do que eu imaginava!
De repente nova fisgada. Desta vez parece que me cortaram à tesoura algo que se encontrava preso no meu útero!! Corro para o quarto de banho e nem acredito no que os meus olhos vêem... Toda a minha boa disposição se dissipa, o chão desaparece dos meus pés e desato num choro convulso ao ver naquele recipiente, contrastando com o vermelho do sangue, a palidez do meu "bebé" de 4 cm (+/-) para mim tão perfeitinho como qualquer outro... já se notando os bracinhos e os pézinhos com uns dedinhos minúsculos...

Foi o pior momento da minha vida...

Impossível descrever a dor que se nos rasga o peito ao ver algo que, apesar de tudo, nunca me ocorreu que pudesse vir a ver... Peço ao meu marido para chamar a enfermeira, para que leve o "nosso bebé", e abraço-me a ele de lágrimas nos olhos e assim fico por longo tempo...
A partir deste momento, é mais complicado continuar no hospital, a minha vontade é pegar nas minhas coisas e correr para casa, mas ainda não está tudo terminado...
Continuo a andar de um lado para o outro, naquele corredor exíguo, de braço dado com o meu marido. Estou completamente esgotada física e psicologicamente. Mais uma vez sou chamada para fazer a aplicação das pastilhas. São 19 horas. Volto para a maca onde fico a descansar por algum tempo. O restante período é passado entre caminhadas e idas à casa de banho para continuar a expulsão do que se encontra no meu útero...
São 21 horas. Perguntamos à enfermeira quando iremos ser observadas pelo médico. Ela informa-nos que, por um lado, a urgência continua lotada e enquanto não houver vaga não podemos ser observadas e por outro tínhamos de dar tempo para que as pastilhas fizessem efeito, por isso só por volta das 23 horas é que poderíamos ser observadas.
Arranjamos as nossas coisas e voltamos para a sala de espera. Por volta das 22h30m a enfermeira chama-nos e diz-nos que vamos ser reencaminhadas para a urgência. Dirigimo-nos para o piso superior e aguardamos que nos chamem. Quem me recebe é o mesmo médico que me atendeu nessa manhã. Depois de uma observação e limpeza ao útero, faço uma nova ecografia para confirmar se tinha sido tudo expelido.

Como é estranho olhar para aquele monitor e ver o meu útero completamente vazio...

Como é estranho saber-me grávida num dia e no outro dia já não estar, sem ter nos braços um bebé para embalar... é uma sensação de perda indescritível...

Pergunto ao médico se é preciso fazer a curetagem e ele diz que não a recomenda e que não vê necessidade nisso. Depois de o informar que pretendo assinar o termo de responsabilidade para não ter de ficar no hospital em observação, o doutor aconselha-me a ter muita atenção a uma possível hemorragia ou febres altas. Fica registado!

Pela primeira vez nesse dia tenho razões para sorrir: vou para casa!!





Tenho consciência de que este post é muito detalhado, podendo criar alguma controvérsia em quem o lê, uma vez que tudo aquilo que senti e por que passei está aqui retratado. Mas é uma forma de me poder "libertar" de tudo isso, de seguir em frente... é um virar de página na minha vida... e que a próxima seja muito mais colorida!!

domingo, 27 de julho de 2008

A desoladora confirmação

É impressionante como nesta vida as situações se alteram de um momento para o outro...

Nada fazia prever o que iria acontecer...

Na quarta-feira passada, tive um pequeno corrimento meio rosado, mas nada que me alarmasse, uma vez que a minha ginecologista já me tinha dito que isso poderia acontecer e durante o dia não ocorreu novamente. No entanto, no dia seguinte, tive um pequeno corrimento com sangue, mas uma coisa mínima. Como isso já não deveria ser muito normal, liguei à minha ginecologista e contei-lhe o sucedido. Como estava a fazer urgência no S. João, disse-me para ir lá que assim via-se logo o que se estaria a passar.
Liguei ao meu marido e logo que pudemos fomos até ao S. João. Lá, fiz a minha terceira ecografia. É impossível descrever o que sentimos quando ao vermos a imagem do nosso pimpolho, que já estava um pouco maior do que da última vez, não conseguimos encontrar aquele pontinho mágico que indica os batimentos cardíacos...
Perguntei, em jeito de afirmação, "o coração não está a bater, pois não?", ao que a médica, que até ali não tinha dito nada, confirmou dizendo que não havia nada a fazer...
Nem consigo explicar o que sentimos ao ouvir aquelas palavras... Tristeza... desilusão... frustração... o coração estrangulado de dor... uma nuvem negra abatendo-se sobre nós...
Impossível conter as lágrimas, por mais esforço que eu fizesse...
E depois ainda ter de decidir se preferia resolver tudo no dia seguinte ou esperar que a natureza fizesse o seu papel... Perguntei à médica o que me aconselhava, porque pensar naquela altura era difícil... e ela disse que o melhor, para resolver tudo de uma vez e seguir em frente, seria voltar ao hospital no dia seguinte...
Completamente desanimada ainda fui passear com o meu marido para espairecer (recomendação médica) e preparar-me para o dia seguinte. Não dormi nada nessa noite...

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Perdemos o nosso bebé...


No dia 24 de Julho de 2008, descobrimos que perdemos o nosso bebé...


Como muitas mamãs infelizmente já o escreveram (e sempre me deixaram de lágrima no olho) hoje escrevo eu:


"Hoje há mais uma estrelinha no céu a brilhar..." (o nosso pimpolho!)




domingo, 20 de julho de 2008

9 semanas

Estou grávida de 9 semanas!!
Ainda não são muito perceptíveis as modificações do meu corpo, mas mal posso esperar por ver a minha barriga crescer... começar a sentir o meu pimpolho mexer dentro de mim... poder estabelecer algum tipo de "contacto" com um ser que, ainda tão pequenino, é já tão amado pelos seus pais. O que mais me enternece é ver o carinho que o meu marido nutre por uma barriga que, para já, não revela o que se passa no seu interior. Não há início de manhã, nem final da noite, sem que o papá babado não pregue um enorme beijo repenicado na minha barriga como forma de dar os bons-dias ou as boas-noites ao seu pequenino...
Tem sido uma gravidez sem problemas nem complicações. Não tenho enjoos, nem dores, nem desejos... até podia sentir que nem estava grávida, não fosse a enorme sonolência que me obriga a fazer a sesta (coisa para mim impensável, uma vez que me provocava dores de cabeça), a fome insaciável (apesar de comer somente o necessário para satisfazer o meu pequenino!) e o facto de andar mais sensível, chorando por qualquer coisinha...
Como eu gostava que a minha barriga fosse transparente para poder ver todas as transformações que acontecem a cada segundo e poder acompanhar "em directo" a evolução do nosso bebé!!

A minha barriga não é transparente, mas felizmente há o National Geographic e o You Tube!!
Não deixem de ver!!
http://br.youtube.com/watch?v=o_hCtUlRIuk

sábado, 19 de julho de 2008

Mundo louco...

Já alguma vez tiveram a sensação de que o mundo em que vivemos hoje em dia é uma selva? Que o progresso tantas vezes visto como algo de positivo pode virar-se contra nós? Quando penso no futuro, no mundo em que o meu filho(a) irá viver, pergunto-me se o nosso desenvolvimento será sustentável... Para onde caminha a sociedade dos nossos dias?
Obviamente, que o progresso nos permitiu chegar a níveis de conhecimento nunca dantes imaginados... o saber e o conhecimento são hoje muito mais acessíveis à generalidade da população... as pessoas da minha geração não passaram as enormes dificuldades que passaram os seus avós e os seus pais...
No entanto, a sensação que tenho hoje em dia é de que vivemos uma enorme crise de valores... sendo muitas vezes no seio da família que estes valores se perdem. O que podemos esperar de uma criança que não se sente acompanhada pelos próprios pais... Que tem tudo o que quer dos pais, só para que estes não se sintam maçados... Cujos pequenos-almoços e lanches são compostos por bolos da confeitaria, pois dá muito trabalho arranjar um pão com fiambre... Que ligam a televisão às 7 da tarde e o que vêem são outras crianças como elas a beijarem-se na boca umas às outras porque é porreiro e é cool...
Perante isto, meus amigos, não adianta colocar os nossos filhos numa redoma... Temos, antes sim, de incutir neles as defesas necessárias para que vivam o melhor possível neste mundo louco e aquilo que podemos fazer é criá-los num ambiente familiar onde reinem valores fundamentais como honestidade, humildade, sinceridade, justiça e amor... Não devemos ter medo do progresso, mas antes não deixar que esse mesmo progresso destrua tudo aquilo que de bom já conquistámos. O meu sonho é que o meu filho(a) me veja não só como pai, mas também como o seu melhor amigo, pois assim terei mais condições para o(a) orientar neste mundo louco... Será que vou conseguir? Acho que sim...

sexta-feira, 11 de julho de 2008

O milagre da criação...

Depois de duas semanas de intensa incerteza, olhar para aquele ecran e ver 11 milímetros perfeitamente nítidos e ouvir os primeiros batimentos cardíacos, fez-me ver o verdadeiro milagre da criação.
Não consigo descrever por palavras toda a alegria que senti naquele momento! E só o facto de voltar a ver a Isa com aquele sorriso... Enfim! Foi sem dúvida um dos momentos mais felizes da minha vida!
Depois, foi o momento de contar a novidade aos futuros avós... Bem! As reacções foram das mais variadas... A minha mãe deu um grito de imensa felicidade, correu escada acima e foi acordar o meu pai! O meu pai passou o Domingo todo "com um sino" a contar a toda a gente! A minha avó teve uma reacção tão intensa, que até tivemos receio... Os meus sogros só se riam e não demorou muito para que toda a vizinhança soubesse que a minha sogra iria ser avó! O meu cunhado só dizia que queria um sobrinho para jogar à bola!
De noite foi a vez de contar a novidade aos amigos mais chegados... Apesar de ser previsível que eu e a Isa seríamos os primeiros a ser papás, acho que pela reacção todos ficaram muito surpreendidos... Nenhum deles me consegue imaginar a mudar fraldas ou a segurar num bebé ao colo!
Durante esta semana temos tentado gozar este momento... Gostaria de salientar que o nosso pequeno embrião já mostra alguns sinais de sair ao pai... senão vejam... Na passada 2.ª feira, ao almoço, a Isa tinha hipótese de escolher entre 2 pratos: "Filetes de pescada com arroz de tomate" ou "Bife com arroz". Estranhamente ela escolheu "Bife com arroz"... Não há sinal mais claro... Já sai ao pai!!

terça-feira, 8 de julho de 2008

Segunda ecografia

Finalmente chegou o dia D (de domingo).
Logo de manhãzinha e depois de uma noite em claro, pois não consegui pregar olho, lá me arranjei o mais depressa que pude e com o meu marido fui ao Hospital de S. João.
Após algum tempo de espera a médica lá nos chamou. Perguntou como me sentia e se tinha tido alguma hemorragia. Disse-lhe que não e que me sentia bem.
Fui então fazer a minha segunda ecografia. Estava tão nervosa que não conseguia ver nada. Bem tentava olhar para o monitor mas não conseguia decifrar aquilo que estava a ver. Até que a médica chamou pelo meu marido “Venha cá papá, ver a sua ervilhinha!”
Nesse momento toda a minha atenção se focou num pequeno pontinho que batia incessantemente!! Era o futuro coração do meu pimpolho!! E como batia!! Que som maravilhoso…
As lágrimas invadiram o meu olhar e turvaram a minha visão, mas a imagem do meu pimpolho, ali dentro da minha barriguinha, era mais nítida que tudo o resto que se ia passando à minha volta.
Não imaginam a alegria que sentimos naquele momento ao confirmar que, afinal, estava tudo bem!!
O nosso pimpolho, apesar de se ter desenvolvido um pouco tarde, tinha já 11 milímetros. Estou, nesta fase, na sétima semana de gravidez.
“É menina ou menino?” – perguntou o meu marido. Claro que foi risada geral, porque ambos sabemos que ainda é muito cedo. E neste momento só nos interessa que corra tudo bem e que tenha um desenvolvimento saudável, seja menina ou menino!!

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Tenho esperança...

Como em tudo o que faço na vida, tenho tentado viver toda esta situação da forma mais normal possível... Mas não tem sido fácil! Confesso que o meu entusiasmo inicial era de tal forma significativo, que comecei logo a imaginar como seria o nosso rebento e qual seria o meu papel na sua vida! Imagine-se até que comprei logo um pijaminha (a senhora da loja deve ter pensado que eu era maluco quando lhe disse que quem o ia usar só iria nascer daí a 9 meses).
Mas a vida ensina-nos determinadas coisas que realmente só poderíamos aprender desta maneira e tenho a certeza que se não for desta é porque um desígnio maior assim o determinou, como também tenho a certeza que esse desígnio maior em breve nos irá proporcionar uma grande alegria.
Gostaria de dizer que estou tranquilo, mas não estou! Finjo que estou sereno, mas estou nervoso! Tenho necessidade de esconder os meus verdadeiros sentimentos, pois a minha principal preocupação neste momento é o impacto de toda esta situação na mulher que eu amo e tento ser forte para que ela também o seja!
Temos de ser fortes e ter consciência que a esperança é algo que nunca deveremos perder e devemos lutar com todas as nossas forças para alcançarmos aquilo que mais desejamos. Eu ainda tenho muita esperança... alimentada por todo o amor que nos une!

quinta-feira, 3 de julho de 2008

3 dias para o dia D

Faltam três dias para o dia D (de Domingo!!). O dia em que vou ficar a saber o que realmente se anda a passar na minha barriguinha!! Esta semana tenho andado mais calma. Aos poucos fui-me conformando com a situação e tento não dramatizar muito isso... O que tiver de acontecer, acontecerá!
Eu acredito que as coisas acontecem por alguma razão, por isso se ainda não tiver chegado a hora de me tornar mãe, mais cedo ou mais tarde isso irá acabar por acontecer!
Com tudo o que se tem vindo a passar, cheguei à conclusão de que a melhor maneira de lidarmos com situações complicadas é precisamente desabafar e partilhar com familiares, amigos, conhecidos…, as nossas angústias, as nossas dúvidas, os nossos sentimentos. Desta forma, conseguimos todo o apoio e carinho que tanta falta nos faz nestas alturas!!