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quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Sábado 14/11 (este não vou esquecer nunca!!!)

Sábado passado resolvemos aproveitar o sol e levar os miúdos até à quinta de S. Inácio (Gaia). Pelo caminho lembrámo-nos de ligar ao primo e perguntar se também queria ir. Como nesse dia não dava, adiámos a visita para o dia seguinte e fomos até à quinta da Conceição (Matosinhos).
Chegados à quinta tirámos duas fotos logo à entrada, o espaço é maravilhoso, e continuamos a percorrer os jardins. Descemos uma escadaria e vendo um espaço amplo os miúdos desatam a correr por lá fora.
Imagem daqui
Foi precisamente neste local, que os pequenos começaram a correr. Quando nos apercebemos da fonte, ainda pensámos que estivesse sem água, mesmo assim pedimos aos pequenos para virem para a nossa beira. A Bia acatou e parou. O Rafa decide subir o pequeno muro. Estávamos a aproximadamente 10 metros. Tornámos a chamá-lo. Como a água estava completamente verde (coberta de ervas aquáticas) ele deve ter pensado que era relva e desequilibrou-se caindo à fonte de cabeça. Gritei!! O seu nome ecoou por todo o jardim...O pai desatou a correr... deixámos de o ver por momentos... corri... mas a minha velocidade não correspondia à minha vontade! Só lhe conseguíamos ver a parte de trás da cabeça... A adrenalina do momento leva o pai a atirar-se lá para dentro. Imaginando que a altura interior seria a mesma, acaba por ficar desarmado e cai também. Ao mesmo tempo que tenta equilibrar-se tenta manter o miúdo fora de água. Segundos depois, agarra nele e saem os dois... O Rafa estava branco... A Bia a chorar... Eu a tremer por todo o lado... Saiu da água a tossir... agarrei-o, olhei para ele, completamente encharcado, coberto de ervas verdes da cabeça aos pés, pálido, em choque com o susto...perguntei se estava bem, se se tinha magoado, se estava com frio... só acenava com a cabeça. Abracei-o e senti o meu coração bater como nunca imaginei ser possível!

Ainda agora me aperta o coração e me dói a alma só de pensar E SE... 

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Mais do mesmo...

Os miúdos não foram para a creche. A Bia está com uma amigdalite com temperaturas acima de 39 graus, o Rafa com temperaturas baixas mas com a rubéola. Ficam na avó. Logo a seguir ao almoço a minha mãe liga-me. Caiu e está com um hematoma enorme e cheia de dores no cóccix. Vai com o meu pai à urgência enquanto eu corro para casa onde os pequenos tinham ficado com uma vizinha.
Felizmente não foi nada grave e já está em casa, mas tendo em conta que tinha sofrido um traumatismo craniano há relativamente pouco tempo na mesma zona, já valeu bem para o susto!!

sábado, 30 de agosto de 2014

De regresso (parte I)

Como o que é bom acaba depressa, as nossas férias passaram a correr! Foram quase duas semaninhas de muito descanso, animação, viagens e momentos muito bem passados. Muitas experiências novas para os pequenos, que adoraram cada novidade! 

O dia da partida não correu lá muito bem! Acordei com uma enorme indisposição, bastante enjoada e com imensas dores de cabeça. O que me valeu foi ter preparado tudo no dia anterior! Depois de estarmos todos prontos fomos para o aeroporto onde nos encontramos com o meu irmão, a minha cunhada e o meu afilhado (com quem passamos estas férias). 
A viagem de avião correu lindamente, uma vez que foram a dormir o tempo todo (não os deixei dormir a sesta)! E foi assim a estreia do meu pequeno na sua primeira viagem de avião - fora da barriga da mamã! Chegados ao hotel e depois de instalados fomos para o sítio onde passamos grande parte do tempo destas férias: na piscina infantil! 
Os pequenos deliraram!! Ficavam lá até a sua tez ficar roxa e começarem a tremer por todo o lado! Tirá-los da água era um filme! Birras e choros sentidos que só eram apaziguados com a oferta de sumos (água com um dedo de altura de granizado de morango ou sumo de laranja para dar cor)... 
Na primeira noite apanhei o susto da minha vida! Após o jantar fomos diretos para o quarto. Estava tudo cansado e ainda me doía imenso a cabeça. Os quartos eram bastante compridos, dando a possibilidade de ter duas camas de solteiro, um sofá cama (de casal) e uma caminha de viagem. Colocámos a caminha entre as nossas camas e com o leitinho bebido ficou tudo a dormir. Por volta das 2:30 da madrugada o Rafa acorda aos berros, completamente suado, a revirar os olhos. Salto da cama e num gesto pego nele ao colo. Passo-lhe a cara por água vejo se se terá magoado em alguma coisa, apesar de improvável, ofereço-lhe água... recusa tudo! Até o meu colo!! Continua num choro estridente e completamente agitado revirando-se para todo o lado. Nunca o tinha visto nesse estado. As lágrimas começam a cair em força sem saber o que fazer. Naquele momento tudo me passa pela cabeça: será que está a ter um ataque? O que fazer? Não podia voltar para casa... Para onde o levar? Nem sabia se havia hospital naquele lugar... O pai vendo-me naquele estado pega nele. Não melhora... digo-lhe que ele não deve estar bem, que deve ter alguma coisa... o pai leva-o para a varanda, onde está mais fresco. Consegue acalmá-lo. Vou ter com eles e mal me vê fica novamente agitado e desata novamente num pranto, mas de tal forma alto que ecoa nos meus ouvidos e momentaneamente deixo de ouvir. Nesse mesmo instante regresso ao quarto e perco as forças... Algum tempo mais tarde o pai volta com ele mais calmo. Já se ria e corria para mim... Não imaginam o alívio que senti nesse momento! Depois de vermos que continuava bem, optei por colocá-lo a dormir com a irmã na cama de casal (que felizmente e apesar de todo o alvoroço se manteve num sono profundo). Como devem supor a minha dor de cabeça não abrandou...

Felizmente este foi o único incidente em toda a viagem! Foi possível nos dias seguintes desfrutar do espaço, dando para descansar e relaxar um pouco, os nossos dias eram passados literalmente na piscina, com alguns passeios ao final do dia para conhecer um pouco a localidade.
Durante este tempo o meu mais novo conheceu uma menina francesa, com a qual convivia diariamente na piscina, e viveu o seu primeiro amor de verão! LOL
As passeatas não eram muito longas, uma vez que o meu afilhado ainda tinha apenas 5 meses, mas ficamos a conhecer a zona da Playa del Inglês e das dunas em Maspalomas.
Terminada a semana foi tempo de refazer as malas e voltar! A viagem de avião no regresso foi muito mais animada e cansativa, uma vez que estivemos muito tempo à espera do voo e nos entretantos os pequenos adormeceram. Ora durante a viagem de avião não havia sono e tentar manter entretidos durante duas horas e meia os pequenos não foi fácil! Ainda pedi desculpa à passageira da frente pelos constantes pontapés que recebeu nas costas do banco durante toda a viagem! 

sábado, 24 de maio de 2014

Dasssss

Fui buscar a Bia à creche. Vem toda contente a correr à minha frente. Entra no carro e começa a fazer as fitas dela: não se quer sentar na cadeirinha, sento-a na cadeirinha, tira-me as chaves do carro e carrega nos botões, tiro-lhe a chave e coloco-as com a minha carteira no banco da frente, consigo apertar-lhe o cinto e fechar a porta. Dirijo-me para o meu lugar, puxo o puxador da porta e nada! A porta não abre! Tento abrir a porta de trás e nada!! A Bia tinha trancado o carro com a brincadeira das chave!! Gelei!! Fiquei branca! Por momentos o meu coração parou! Tinha a Bia, a carteira e as chaves trancados dentro do carro e eu do lado de fora!!

Tentei manter a calma, dirijo-me para a janela da Bia, peço-lhe para tentar tirar o cinto. Não consegue! "Carrega com mais força" peço! Consegue!! Digo-lhe para ir buscar a chave ao banco da frente. Consegue. Digo-lhe para abrir o carro. "Aqui mamã?" Pergunta. "Sim!!" E... as portas abrem!!! Dou-lhe um beijo enorme e só consigo recuperar do susto depois de chegar a casa....

sábado, 29 de março de 2014

O nosso "ai nos acuda"!

Este rapaz põe-me mesmo os cabelos em pé!! É rapaz e está tudo dito!
Ultimamente ando de coração nas mãos com ele. Está constantemente a tropeçar, a escorregar ou a cair... já tem pregado sustos valentes e sofrido algumas quedas que só não foram mais graves pela mão de Deus!
Só nesta última semana: 
* enquanto brincava com o avô no terraço (em casa deles), a correr de um lado para o outro, só parou quando foi de cabeça contra a parede;
* caiu de cabeça do parque onde o tinha deixado a brincar, enquanto fazia o almoço. A irmã resolveu fazer-lhe companhia e colocou uma cadeirinha (das do ikea) dentro do parque, que já tinha usado para entrar. Sua excelência colocou-se em cima da cadeira (olha quem!) e toca de sair de cabeça;   
* desceu as escadas para o terraço desamparado (atrás da minha mãe, que não contava que ele fosse atrás dela), caindo de cabeça nos últimos degraus (a sorte é que são só 4); 
* em casa dos meus pais, saiu a correr da sala, escorregou no tapete do hall e foi contra o batente da porta da cozinha;
* ainda hoje estava a "conversar" com a irmã na sala, de repente vira-se e bate mesmo na esquina do batente da porta.
É que agora este menino não sabe andar! Ele corre, literalmente, por todo o lado! É um destemido que não para quieto um minuto: ele salta, ele trepa, ele atira-se... é um ai nos acuda!
A sorte é que o rapaz tem a cabeça dura e basta o arnidol gel (stick) para que a coisa se resolva! Pelo menos assim não ficam galos nem nódoas negras para contar história!!
  
Mas digam lá se esta carinha de anjo não é um diabrete em miniatura!!!

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

6 meses e queda

A minha pequena fez 6 mesinhos!! (Como é possível o tempo passar tão depressa?? Não me consigo mentalizar que ela está a crescer tão rápido!!!) Por isso, os papás resolveram convidar os familiares mais chegados para lhe prepararem uma festinha. Longe de nós imaginarmos que o dia de hoje iria ficar marcado não pelo mesário, mas pela primeira queda dada pela nossa pequenina! Pois é!! Nem imaginam o susto que apanhámos. Enquanto eu estava na cozinha a preparar o jantar, o pai estava com ela na sala no carrinho e num minuto de distração ouvimos um baque seco e um choro intenso. O meu coração disparou e fui a correr à sala. A Bia tinha caído de cabeça/testa do carrinho!! O pai já estava com ela no colo e ela continuava a chorar muito. Peguei nela para a tentar acalmar e passei-lhe um pouco de água fria na cabeça. Mas como ela começou a ficar muito branca e sonolenta corremos para as urgências do hospital. Quando lá chegámos dei entrada na urgência enquanto o pai foi tentar estacionar o carro. Mal conseguia responder ao que me perguntavam tal era a vontade de chorar e a pilha de nervos em que me encontrava. Fui chamada para triagem e enquanto esperei pela consulta a Bia foi ficando melhor e até já se ria para os outros meninos. A consulta durou dois minutos! Só me perguntaram o que tinha acontecido, se ela tinha vomitado ou desmaiado e se tinha chorado imediatamente após a queda. Ao que apenas respondi afirmativamente a esta última questão. Disseram que estava tudo bem e que podia vir embora. É claro que não saí de lá sem ouvir um belo de um raspanete por não ter colocado o cinto à Bia enquanto estava no carrinho. 
Realmente com as crianças é uma questão de segundos e não se pode facilitar, mesmo!! Aprendemos a lição da pior maneira mas felizmente foi só um susto!
Entretanto apareceu o pai todo molhado, pensando que eu ainda não tinha sido atendida!  
Quando os nossos familiares chegaram ainda não estava nada pronto, mas com a boa vontade de todos tudo se fez e sempre se comemoraram os 6 mesinhos da minha princesa linda que esteve muito bem disposta o resto do dia.
Fica registada a primeira queda no dia dos 6 meses!! 

domingo, 15 de maio de 2011

Um susto valente

Pois é... ainda tão pequenina e a menina já pregou um enorme susto aos pais!!

Ainda não fizeste quinze dias e, por esta altura, as crises de choro são frequentes devido às cólicas. Estou contigo no meu colinho a tentar acalmar-te enquanto choras, mas parece que nada que eu faça resulta. O choro intensifica-se e no mesmo instante deixas de chorar, deixas de respirar, ficas muito vermelha e inerte. Nesse instante o meu coração parou e por breves segundos paralisei... 
Virei-te rapidamente e dei-te uma palmada no rabo. Nesse momento, o teu choro continuou no ponto em que tinha parado.

Nem consigo explicar o que senti naquele momento, só sei que depois de te ouvir chorar novamente, também eu chorei contigo, muito, tremendo por todos os lados. O teu pai segurou em ti e sossegou-te e depois, todos juntinhos, nos acalmámos.

Foi um valente susto!! Depois de termos ligado para a linha de saúde infantil "Trim-trim" e termos falado mais tarde com o pediatra, ficamos a saber que é normal isso acontecer em alguns bebés e que até pode ser recorrente... (Que bom!!! Vou andar constantemente com o coração nas mãos, sempre que te ouvir chorar...)